sábado, 17 de dezembro de 2011

Mega Templos = Mega Fé?

Jesus Cristo disse aos apóstolos, segundo o Evangelho de Mateus: “...E sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”. Inspirados nessa passagem da Bíblia, há 1.600 anos os cristãos erguem templos para louvar a Deus. No começo, eram simples e pequenos; no Renascimento, esculturas e pinturas de mestres como Michelangelo e Ticiano fizeram das igrejas palcos da grandiosidade do talento do homem; no século XX, os templos católicos perderam esses adereços litúrgicos e parte relevante de sua frequência. Agora, na primeira década do século XXI, as igrejas de todas as denominações cresceram. Ganharam capacidade de reunir, de uma única vez, dezenas de milhares de fiéis – a despeito de inovações como a televisão, o rádio e a internet, que tornaram os líderes das igrejas famosos e inventaram o exercício remoto e quase impessoal da fé. Ao custo de centenas de milhões de reais, os megatemplos se multiplicam nas grandes cidades brasileiras e atraem multidões antes vistas apenas em shows e jogos de futebol. Como exibição de fé, são verdadeiros monumentos a atestar o vigor do cristianismo brasileiro. Do ponto de vista social, testemunham o enorme desejo de participar que anima as multidões de fiéis. Se Deus está presente onde duas ou três pessoas se reúnem em nome Dele, como diz a Bíblia, os fiéis imaginam que sua presença será ainda mais intensa quando se reúnem 30 mil, 50 mil, 150 mil pessoas. Megatemplos são construídos em todo o país e por várias religiões: a Igreja Católica inaugurará em 2012 o Santuário Mãe de Deus, para 100 mil pessoas, em São Paulo. Em Belo Horizonte, Minas Gerais, a Catedral Cristo Rei vai abrigar até 25 mil pessoas quando for consagrada, em três anos. Entre os evangélicos, várias denominações prometem inaugurar suas megaconstruções. Em Guarulhos, na Grande São Paulo, a Igreja Mundial do Reino de Deus planeja construir a Cidade de Deus, para 150 mil pessoas. No Recife, a Assembleia de Deus conclui o projeto de um templo para 30 mil pessoas. Em Belo Horizonte, a Igreja Batista de Lagoinha planeja acolher num mesmo teto 35 mil pessoas. “Os brasileiros têm necessidade de grandes basílicas e catedrais, de lugares grandes para congregar e orar”, diz o padre Marcelo Rossi, criador do Santuário Mãe de Deus. O fenômeno é mundial e multirreligioso. Estados Unidos, Coreia do Sul e Guatemala têm grandes templos. Na Nigéria, a Winners Chapel (Capela dos Vencedores) acolhe 250 mil fiéis. No islamismo, a ideia de que a multidão amplifica a experiência religiosa é antiga. “Maomé diz que a oração em conjunto é 27 vezes maior do que a oração individual”, afirma o xeque Jihad Hassan, presidente do Conselho de Ética da União Nacional Islâmica, em São Paulo. Por isso, as principais mesquitas do mundo árabe, em Meca e Medina, estão frequentemente em obras de ampliação. A Mesquita do Profeta, em Medina, na Arábia Saudita, foi aberta no ano 622 com capacidade para centenas de fiéis – adequada à população da cidade, que girava em torno de 2 mil pessoas. Hoje, Medina tem uma população de quase 2 milhões de pessoas, e a mesquita pode abrigar 1 milhão de fiéis. No mundo cristão, o fenômeno dos templos multitudinários teve início na década de 1970, como reflexo da popularização das igrejas evangélicas. No Brasil, começou nos anos 1980, quando as igrejas evangélicas passaram a comprar grandes salas de cinema abandonadas, com capacidade para até 2 mil pessoas. Dez anos depois, surgiram edifícios religiosos como a Catedral Mundial da Fé, sede da Igreja Universal do Reino de Deus, no Rio de Janeiro, que abriga 15 mil fiéis. A Igreja Católica, representada por seu ramo carismático, reagiu – dentro de suas tradições arquitetônicas. “Um espaço que leve à reflexão não pode ser confundido com um auditório ou ginásio. Um local profano pode acomodar as pessoas, mas não ajuda na experiência religiosa”, diz o arquiteto Ruy Ohtake, autor do projeto do Santuário Mãe de Deus. A construção do templo é financiada pelo padre Marcelo Rossi com o dinheiro de doações e da venda do CD e do livro Ágape (publicado pela Editora Globo), que, juntos, já venderam 9 milhões de exemplares. (fonte: revista Época via G1)

domingo, 4 de dezembro de 2011

O Livro de Jó

O Livro de Jó Jó foi uma pessoa real, e não um mito como querem alguns, uma vez que é citado em Ezequiel 14:20 e Tiago 5:11. Viveu na terra de Uz, que segundo a maioria dos cometaristas bíblicos, seria uma região provavelmente localizada ao noroeste de Israel entre a cidade de Damasco e o Rio Eufrates. Melhor ficar com a localização dada pelo Profeta Jeremias que situa a Terra de Uz como sendo Edom, herança dos descendentes de Esaú: “Regozija-te e alegra-te, ó filha de Edom, que habitas na terra de Uz” (Lm 4:21) Jó e seus amigos - Ilya Yefimovich-Repin Jó faz parte dos chamados livros poéticos da Bíblia, não sendo possível localizá-lo com precisão do ponto de vista cronológico. Várias teorias dissertam sobre sua vida, e naturalmente todas têm pontos fortes e fracos quanto sua validade. Sem pretender estabelecer aqui a verdade sobre Jó, expomos a seguir o ponto de vista da tradição judaica por entender que se não é a expressão da verdade, é com certeza o mais interessante sobre este homem de Deus. A Seder Olam Rabbah, conforme vimos, interpreta as datas bíblicas desde a criação do homem até o período persa. Relatamos abaixo, seu capítulo de número 3 intitulado “Pacto e Escravidão” com o intuito tanto de mostrar seu estilo literário, quanto o de relatar uma interessante analogia entre o tempo de Israel no Egito e a vida de Jó. Diz o seguinte: “Foi dito ao nosso pai Abraão (Gn 15:13) no Pacto entre as Partes: Deves certamente saber que tua semente será estranha em terra estrangeira por quatrocentos anos. Quem é a semente? É Isaque (Gn 21:12), de quem é dito: Porque Isaque será chamado tua semente. Sobre Isaque (Gn 25:26) é dito: Isaque tinha sessenta anos quando eles nasceram (Jacó e Esaú). Nosso patriarca Jacó (Gn 47:9) disse a Faraó: Os dias dos anos de minha caminhada são cento e trinta anos. Fazem juntos 190 anos, e deixam 210 anos, um sinal do tempo de duração da vida de Jó (Jó 42:16), que foi nascido naquele tempo, conforme dito: Jó viveu depois disto 140 anos (Jó: 42:10) e é dito: O Eterno deu a Jó o dobro de tudo que Jó possuía. Isto significa que Jó nasceu quando Israel desceu ao Egito e morreu quando sairam.” A conclusão do rabino quanto à idade de Jó é a seguinte: se Deus dobrou tudo quanto Jó tinha, dobrou também seu tempo de vida, e se Jó viveu depois de seu sofrimento 140 anos, logo se conclui que teria 70 anos na ocasião, totalizando, desta forma, 210 anos a sua idade ao falecer. Com isto concordam todos os comentaristas tanto da Seder Olam quanto do Talmude. Note-se que há fundamento bíblico para tal afirmação. Gn 46, no contexto que nomeia todos os familiares de Jacó que desceram ao Egito relaciona um certo Jó, nos seguintes termos: “E os filhos de Issacar: Tola, Puva, Jó e Sinrom.” (Gn 46:13) Grande parte das datas aceitas pelo Talmude, tanto o babilônico, quanto o de Jerusalém, são extraídas da Seder Olam, e tanto em uma quanto outra fonte se encontram comentários de diversos rabis sobre um ou outro ponto de discussão sobre Jó. Um rabi pode contestar outro e dar um ponto de vista diferente sobre o assunto, sem que isto invalide uma opinião divergente, devendo todas as interpretações ser acatadas dentro de um espírito de liberdade de interpretação. Um exemplo disto é uma afirmativa do Rabi Yose Bar Halaphta, que interpreta que o sofrimento de Jó teria durado não mais que um ano, e que este tempo seria como uma espécie de bode espiatório para distrair Satanás do plano de Deus de tirar Israel do Egito. Tal interpretação é contestada por vários rabinos, com o argumento de que Satanás estaria de qualquer forma livre por 209 anos para se dedicar ao assunto. Seria mais válida a afirmativa, caso o ano de sofrimento de Jó fosse de alguma forma coincidente com o ano das pragas trazidas por Moisés ao Egito, mas de fato, se acatadas estas datas, o sofrimento de Jó seria coincidente com um tempo em que José estaria ainda vivo, muito tempo antes das pragas. De qualquer maneira, a duração da vida de Jó, 210 anos, é um excelente ponto de referência para que se lembre que entre a ida para o Egito e o Êxodo, duzentos e dez anos se passaram, não quatrocentos. O Talmude, embora não mencione os 210 anos literalmente, concorda com o cálculo. Há porém, que tanto o Talmude Babilônico, quanto o de Jerusalém reputam Jó como ficção literária. Ezequie entende Jó como personagem real, de acordo com Ez 14:12-14: “Veio ainda a mim a palavra do Senhor, dizendo: Filho do homem, quando uma terra pecar contra mim, se rebelando gravemente, então estenderei a minha mão contra ela, e lhe quebrarei o sustento do pão, e enviarei contra ela fome, e cortarei dela homens e animais. Ainda que estivessem no meio dela estes três homens, Noé, Daniel e Jó, eles pela sua justiça livrariam apenas as suas almas, diz o Senhor DEUS.” Jó é também citado por Tiago que o entende como personagem real e não ficção literária: “Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso.” (Tg 5:11)”

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Natal, nascimento de Jesus?

Quando nasceu o Mashiach Yeshua (Messias Jesus)?
Enviado por Diretor do Cafetorah em seg, 16/07/2007 - 18:53 Estudos Bíblicos
Bem depois de ser questionado já algumas vezes a respeito do nascimento de Yeshua Hamashiach resolvi fazer um pouco de ordem nas poucas pistas que as escrituras nos dão a respeito de quando o nosso Mashiach nasceu.

Quero afirmar, porém, não ser este estudo a última palavra sobre o assundo, mas somente um referêncial para que outras pessoas venham a se aprofundar no assunto de quando poderia ter ocorrido realmente o primeiro Natal, ou seja o nascimento de Yeshua Hamashiach ben Yosef.

De uma forma geral. Segundo estudiosos no judaísmo messiânico, a mais provável época do nascimento de Yeshua teria sido na conhecida Festa dos Tabernáculos(Cabanas). O estudo está baseado no comentário de que Zacarias tinha visitado o templo pouco antes de sua esposa engravidar:

Existiu, no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote chamado Zacarias, da ordem de Abias, e cuja mulher era das filhas de Arão; e o seu nome era Isabel. Lucas 1:5

E Zacarias, vendo-o, turbou-se, e caiu temor sobre ele. Lucas 1:12

Mas o anjo lhe disse: Zacarias, não temas, porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, dará à luz um filho, e lhe porás o nome de João. Lucas 1:13

Considerando a ordem de Abias segundo as turmas dos sacerdotes.

I Cronicas 24:10

A sétima a Hacoz, a oitava a Abias,

I Cronicas 24:18

A vigésima terceira a Delaías, a vigésima quarta a Maazias.

I Cronicas 24:19

O ofício destes no seu ministério era entrar na casa do SENHOR, segundo lhes fora ordenado por Arão seu pai, como o SENHOR Deus de Israel lhe tinha mandado.

Sendo que haviam 24 Turmas de Sacerdotes.

A primeira turma iniciaria seus trabalhos no primeiro dia do primeio mes da Pascoa, sendo este o primeiro mes Judaico(entre Marco a Abril), veja:

No primeiro mês, aos catorze dias do mês, à tarde, comereis pães ázimos até vinte e um do mês à tarde. Êxodo 12:18

Isto quer dizer que a mãe de João ficou grávida logo após o retorno de Zacarias. Zacarias teria servido entre Julho e Agosto.

E sucedeu que, terminados os dias de seu ministério, voltou para sua casa. Lucas 1:23

E, depois daqueles dias, Isabel, sua mulher, concebeu, e por cinco meses se ocultou, dizendo: Lucas 1:24

Assim me fez o Senhor, nos dias em que atentou em mim, para destruir o meu opróbrio entre os homens. Lucas 1:25

E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, Lucas 1:26

A uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria. Lucas 1:27

E, naqueles dias, levantando-se Maria, foi apressada às montanhas, a uma cidade de Judá, 1:39

E entrou em casa de Zacarias, e saudou a Isabel. Lucas 1:40

Isto dá-nos a entender que Isabel já estava com 6 meses de gravidez quando Maria engravidou, ou seja entre janeiro e feveiro, adicionando 9 meses de gravidez, ou seja entre Outubro e Novembro. Provavelmente Outubro, pois Novembro já estaria frio demais para os pastores apascentarem o rebanho no campo a noite conforme os textos.

A Festa mais próxima desta época é a Festa dos Tabernáculos, que também é conhecida como a Festa da Presença de Deus no meio do seu povo. Tavez esta seja a razão profética para que no futuro, todos os povos venham a Israel afim de celebrar a Festa dos Tabernáculos, pois esta seria a celebração do aniversário terreno do Grande Rei Yeshua.

Outro fato interessante que desmentiria o natal de Dezembro é o fato de o inverno ser bem rigoroso nesta época na Judéia com temperaturas que podem chegar até abaixo de zero, e até mesmo a nevar, o que impede a presença de pastores no campo com gado.

Misteriosamente, a Festa dos Tabernáculos é celebrada por 7 dias, número que representa a perfeição. Note:

Fala aos filhos de Israel, dizendo: Aos quinze dias deste mês sétimo será a festa dos tabernáculos ao Senhor por sete dias. Levítico 23:34

E acontecerá que, todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, e para celebrarem a festa dos tabernáculos. Zacarias 14:16

E, se a família dos egípcios não subir, nem vier, não virá sobre ela a chuva; virá sobre eles a praga com que o Senhor ferirá os gentios que não subirem a celebrar a festa dos tabernáculos. Zacarias 14:18

Este será o castigo do pecado dos egípcios e o castigo do pecado de todas as nações que não subirem a celebrar a festa dos tabernáculos. Zacarias 14:19

Espero que este estudo tenha ajudado a esclarecer um pouco mais a respeito do nescimento do Mashiach Yeshua, não considere isto como lei, mas como mais um esclarecimento, pois a verdade absoluta saberemos somente no dia em que Ele nos revelar. Saudações, um grande abraço, no Mashiach,

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A visita dos magos a Jesus

A visita dos magos a Jesus
Somos, de uma maneira geral, levados a pensar no nascimento de Jesus fortemente influenciados pelas imagens dos presépios expostos na época do natal. Formamos, desta maneira, a idéia do menino Jesus deitado numa manjedoura, cercado pelos pais, pelos anjos, os pastores, os animais, e os magos que vieram do oriente para homenageá-lo. Por cima do recinto paira a Estrela de Belém.

Como no caso que estivéssemos vendo uma fotografia deste instante, fatos, personagens e tempo se fundem na impressão de que estas coisas todas se sincronizam numa determinada hora de um determinado dia. Ninguém está fora do alcance da sugestão destas imagens, uma vez que o comércio se encarrega de divulgá-las todos os anos desde muito antes da celebração do natal.

A imagem, no entanto, nos serve como ponto de partida para analisar os principais eventos do nascimento de Jesus, pois sugere que aconteceram juntas, coisas que estão separadas por um considerável espaço de tempo, seu nascimento e a visita dos magos.

A estrela pairando sobre a cidade de Belém, em termos reais, conforme vimos, marca um evento acontecido entre cerca de dois meses a dois anos após o nascimento de Jesus, quando os magos chegam à pequena cidade para homenagear o menino.

A tradição costuma tratá-los como reis magos, o que provavelmente é decorrente da interpretação do Salmo 72:11, que diz: “e todos os reis se prostrarão perante ele; todas as nações o servirão”.

A Bíblia não diz quantos eram os magos. Inferimos que seriam três porque foram três os presentes trazidos: incenso, mirra e ouro. Conta Mateus que vieram a Jerusalém seguindo a estrela que lhes aparecera no oriente

Daniel 2:27 faz referência à existência de magos na corte de Nabucodonosor. Algumas versões da Bíblia os chamam de magos, outras por sábios, o que é mais adequado.

‘khar-tome’, que tem sua origem, conforme o Dicionário Strong, no idioma caldeu, significando literalmente mágico. Mateus 2:1 os trata pela palavra grega magos ( μάγος), cuja definição se aproxima mais de um cientista do oriente, um sábio.

O sentido com o que entendemos o significado da palavra mago nos dias de hoje difere substancialmente de seu significado no tempo do relato de Mateus. Para nós, um mago é uma pessoa que tem habilidade de fazer truques, ou ainda num sentido mais místico, alguém com poderes sobrenaturais. No relato de Mateus se refere a sábios, pessoas com grande conhecimento em astronomia, habituados desta forma, a lidar com os dados complexos que lhes permitiam a análise da ciência astronômica. Magos ou sábios, como quer que os tratemos, suas imagens estarão sempre conectadas à Estrela de Belém.

Oito dias após seu nascimento, conforme Lucas 2:21, Jesus, no cumprimento da Lei de Moisés foi circuncidado. Mais 33 dias se passam no cumprimento dos dias da purificação de Maria até que Jesus foi levado ao Templo em Jerusalém para ser apresentado ao Senhor. (Lc 2:22)

É preciso recordar que logo após a visita dos magos, a família é advertida para seguir para o Egito, pois Herodes iria procurar a criança para matá-la, e desta forma, todos os rituais previstos na lei, a circuncisão e a purificação de sua mãe, já haviam sido cumpridos antes da visita.

A lei, conforme Levítico 12:1-4, dizia assim: “Se uma mulher conceber e der à luz um menino, será imunda sete dias, assim como nos dias da separação da sua enfermidade, será imunda. E no dia oitavo se circuncidará ao menino a carne do seu prepúcio. Depois ficará ela trinta e três dias no sangue da sua purificação; nenhuma coisa santa tocará e não entrará no santuário até que se cumpram os dias da sua purificação”.

Somente depois disto vieram os sábios do oriente homenagear Jesus, e desta forma, os dois eventos, o nascimento, e a visita dos magos, estão separados por um período mínimo de quarenta dias, e conforme o relato de Mateus, a família já estava na ocasião instalada em uma casa onde “acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra.” (Mt 2:11)

Alguns defendem que este período poderia ser maior, entre um e dois anos depois do nascimento. No entanto, parece que é mais razoável que a visita tenha de fato ocorrido logo depois da purificação de Maria, pois, sendo a família residente em Nazaré, de onde vieram a Belém apenas para cumprir com a obrigação imposta por Augusto, seria natural permanecerem na cidade até o cumprimento da purificação de Maria, e a apresentação de Jesus no Templo, uma vez que Belém está muito próxima de Jerusalém, cerca de 15 km.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

VENDIDOS pelo SUCESSO!

A seguir transcrevo uma matéria da revista VEJA. No próximo blog expressarei minha preocupação com essa declarada "armação" satânica e que os levitas estão aceitando em troca de um aparente sucesso e status. Essa situação é como "bater tambor" no terreiro e achar que está louvando a DEUS.

REVISTA VEJA
Semanário de maior circulação do Brasil reconhece “a crescente penetração dos evangélicos no país”

É difícil ver alguma matéria em jornais e revistas destacando algo positivo sobre os evangélicos. Quase sempre só apenas noticias por conta de algum escândalo ou declaração controversa de algum líder importante.

Mas depois que a rede Globo, a exemplo de outras emissoras, começou a dar destaque em sua programação aos artistas do chamado segmento gospel, a imagem dos evangélicos parece estar mudando diante da população em geral.

De acordo com a Federação Internacional da Indústria Fonográfica, 45% das músicas são consumidas a partir de downloads ilegais e 52% dos discos vendidos são piratas. O único nicho de mercado que parece ser exceção é justamente o de música gospel.

A reportagem da Veja ressalta as “particularidades do segmento”, dizendo que o p[ublico consumidor desse estilo musical é formado basicamente por fiéis das classes C, D e E, Além de se beneficiar dos preços mais baixos dos CDs evangélicos, tem menos acesso à internet e faz menos downloads – sejam legais ou ilegais.

Laudeli Leão, diretor de comunicação da MK Musicvai mais além: “Há uma questão moral. A religião proíbe burlar a lei. A venda de discos pirateados representa de 10% a 15% do mercado gospel, um índice muito inferior que os 52% do mercado secular, por exemplo”.

A Associação Brasileira de Produtores de Discos indica que o gospel é o segundo gênero musical mais consumido no país, perde apenas para o sertanejo. Entre vendas de CDs e DVDs, e a produção de grandes festivais, o mercado gospel movimentou cerca de 1,5 bilhão de reais em 2010. Segundo uma pesquisa de mercado recente, a previsão é que cresceu 33% em 2011 e deve fechar na casa dos 2 bilhões de reais.

Parte desse crescimento deve-se ao investimento de grandes gravadoras como Sony e Som Livre nessa área. Este ano surgiu também um canal exclusivamente de música gospel transmitido pela internet, a LouveTV.

A série de CDs Promessas, uma coletânea de músicas de louvor lançado pela Som Livre, fez tanto sucesso que no em dezembro será exibido pela Globo o “Festival Promessas”, primeiro evento do tipo a ser veiculado pelo maior canal de TV da América Latina. O público esperado para a gravação, no Rio de Janeiro, é de, 1 milhão de pessoas.

O diretor da Globo responsável pelo Promessas, Luiz Gleiser afirma que “como maior produtora de cultura do país, [a Globo] não pode ficar indiferente à força artística da música gospel… A Globo já convidava artistas gospel para os programas de linha, como Domingão do Faustão e TV Xuxa, por exemplo. O Promessas é um passo a mais nesse sentido”.

A revista também deu destaque a vários artistas conhecidos na música gospel brasileira e os classificou de “estrelas”. O termo gospel surgiu nos Estados Unidos para classificar um tipo específico de música. No Brasil, porém, lembra a Veja “os artistas evangélicos são múltiplos… gravam ritmos que vão do pop ao forró e ao rock pesado, passando pelo sertanejo universitário”.

Os músicos que receberam mais espaço foram:
Aline Barros, ganhadora por quatro vezes do Gramy Latino na categoria gospel, já vendeu mais de 7 milhões de discos desde meados dos anos 1990. Comparada a Ivete Sangalo, é chamada pela revista de “joia do coroa do mercado gospel”.

Cassiane Santana, que já vendeu cerca de 5 milhões de discos desde o início da carreira. Mais identificada com o público pentecostal, depois de Aline Barros, é a cantora gospel que mais vende discos no país, sendo “a maior estrela do selo gospel da Sony Music”.

Oficina G3, um dos grupos mais antigos do gênero no país, formado nos anos 1980. Com um público fiel, é classificado pela Veja como “um ícone gospel junto ao público mais jovem”. Se destaca por fazer o estilo rock e não ter a maioria de suas músicas cantadas nas igrejas durante os cultos como quase todos os artistas gospel.

Diante do Trono: formado em 1997, na Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte, o grupo conta com corpo de baile e coro, além da própria banda. Sua principal vocalista é Ana Paula Valadão, e já vendeu, entre discos lançados pelo grupo e por seus integrantes em carreira-solo, mais de 10 milhões de cópias

Regis Danese (nome artístico de Jose Geraldo Danese) já ganhou um Grammy Latino. Chamado pela revista de “Luan Santana gospel”, seu primeiro disco, de 2009, vendeu mais de 1 milhão de cópias. Sua música de maior sucesso “faz um milagre em mim” foi regravada por dezenas de artistas em diferentes estilos.

Bruna Karla, considerada “a maior revelação da música gospel nos últimos anos”. Ainda sem ter a carreira consolidada, faz cerca de 15 shows por mês e atrais um público variado, que reúne tanto os mais conservadores quanto os mais jovem.

Jotta A., chamado de “a maior aposta do meio”, foi revelado no programa de calouros de Raul Gil. Foi contratado pela Central Gospel, do pastor Silas Malafaia, e recusou a oferta de 1 milhão de reais feita pela Sony Music. O cantor de apenas 14 anos terá seu primeiro disco com tiragem inicial de 500.000 cópias, comparável aos números de artistas como Luan Santana e Paula Fernandes.

A extensa matéria do semanário ressalta um fator que não é novidade para a maioria dos evangélicos, a dinâmica própria desse tipo de música. “Todos os dias, as igrejas recebem novos convertidos, que passam a consumir vorazmente os produtos evangélicos. E a música é o carro-chefe deles”, explica Laudeli Leão, diretor de comunicação da MK Music, a maior gravadora gospel do país.

Outro fator destacado é a rede de apoio que os artistas tem nas igrejas, executando as músicas durante os cultos e nas rádios especializadas no estilo gospel presente em centenas de cidades do Brasil. “Enquanto no mercado secular as lojas de disco se extinguiram, existe uma rede de pequenas lojas no mercado evangélico para a venda de Bíblias, livros e discos”, lembra Mauricio Soares, diretor do selo gospel da Sony Music e que foi diretor da Line Records, ligada à Igreja Universal do Reino de Deus.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

DESCUBRA O NOVO


http://vimeo.com/20115932

POLÍTICOS ou ADMINISTRADORES?
Os cargos eletivos são oportunidades de prestação de serviço e não carreira profissional.
Todo gestor público ou privado deve trabalhar com metas.
É dever do partido dar suporte ao candidato antes e durante o mandato.
A reeleição consecutiva para cargos legislativos deve ser vetada.
A gestão eficiente resulta em melhores serviços e menos impostos.
A prestação de contas do Estado deve ser feita de forma transparente e acessível.

Manifesto from Partido Novo on Vimeo.

PROPOSTAS DA 3ª VIA CGADB

Estou postando essas propostas porque comungo com elas na sua essência. Quero ter o prazer de divulga-las para ter o direito de fiscalizar e cobrar depois.

"Em primeiro lugar, a proposta da terceira via na CGADB visa romper a polarização que aí está já há alguns anos, como se houvesse na organização apenas duas pessoas qualificadas para postularem a presidência. Sem entrar no mérito da capacidade dos dois nomes acima citados, há muitos outros quadros na Convenção Geral que têm condições de sobra para exercer a função. Quanto mais candidatos houver, melhor para a CGADB. O estatuto em vigor contempla essa possibilidade.

Em segundo lugar, a proposta não se vincula, por hora, a um nome. Se viesse já carimbada, perderia finalidade para se tornar apenas mais um projeto político-eclesiástico, com as mesmas nuances negativas que sobrecarregam as duas possíveis candidaturas mencionadas. Neste momento, é extremamente importante que se conheçam as linhas mestras da terceira via para que sejam bem debatidas entre os filiados da CGADB não só para que lhe agreguem valor, mas, sobretudo, para que tenhamos noção exata da sua viabilidade. Mais à frente, com a proposta bem consolidada, se definiria o nome de quem melhor encarnasse os seus princípios.

Em terceiro lugar, a terceira via não pretende percorrer os caminhos supostamente percorridos pelos postulantes das eleições anteriores, tanto no Ahnembi, em São Paulo, quando a candidatura de “oposição” inaugurou um novo estilo de fazer campanha, quanto em Serra, ES, em que os dois teriam lutado ombro a ombro com as mesmas armas. Há uma informação recebida por email de que uma campanha desse gênero custaria entre cinco e 10 milhões de reais. A ser verdade, e tivesse a terceira via de empregar tal estratégia, já nasceria morta, pois carregaria sobre si o estigma contra o qual temos combatido: o uso de métodos seculares de campanha pouco ortodoxos na CGADB. Lutar contra isso é uma das linhas mestras da terceira via.

Em quarto lugar, a proposta tem como fim resgatar em nossa CGADB os valores do Reino que tanto pregamos em nossos púlpitos, mas pouco praticamos. Somos bons em ensinar aos outros, mas ruins quando temos de praticar o que ensinamos. É constrangedora essa afirmação, mas o comportamento de certos pastores em nossas assembleias convencionais não comporta pensar de outra maneira. Pressupor, por exemplo, como algo natural à vida de uma instituição cristã o modus faciendi da política secular é visão reducionista e, ao mesmo tempo, dicotômica, como se a vida cristã fosse compartimentada. Aqui se vive de uma forma. Lá se vive de outra. O comportamento que ensinamos aos outros, à luz dos princípios bíblicos, precisamos exigi-los de nos mesmos onde quer que estejamos. A terceira via tem esse ponto como premissa básica.

Em quinto lugar, a proposta da terceira via reconhece que o sistema denominacional assembleiano não obedece a um critério simétrico em que a administração eclesiástica funcione da mesma forma em todo o Brasil. Há enormes diferenças até mesmo dentro de uma região. Não é preciso ser especialista para perceber que o nosso modelo é híbrido. É uma espécie de arquipélago. Se, por um lado, devemos respeitar as peculiaridades de cada lugar, por outro é necessário lutar para manter a nossa identidade e buscar a coesão, principalmente em relação aos projetos de abrangência nacional. Não é também utópico pensar numa forma de corrigir e aprimorar o nosso modelo mediante planejamento de médio e longo prazo. Algo para ser pensado de forma lenta, racional e consensual.

Em sexto lugar, a proposta também contempla a necessidade de um choque de gestão na administração da CGADB, que, entre outras coisas, torne a entidade autossustentável, ofereça aos seus órgãos condições de exercerem plenamente os seus fins e lhe permita prestar serviços aos seus filiados inerentes à atividade pastoral. Não é justo e nem adequado para a realidade de hoje que os associados sejam chamados a pagar a sua anuidade, mas, ao mesmo tempo, nada se lhes ofereça como meio de ajudá-los no exercício de sua vocação. A título de exemplo, o Concilio Geral das Assembleias de Deus nos EUA dispõe de um fundo para ajudar na plantação de novas igrejas em áreas ainda inexploradas e/ou com poucos recursos. Seria absurdo pensarmos em algo assim? Como se vê, o campo é vasto.

Em sétimo lugar, a proposta da terceira via reconhece que a CPAD, embora tenha dado um salto de qualidade nos últimos anos, estagnou-se na linha do tempo, em razão de ingerências políticas. Ela pode (e deve) aprimorar em muito a sua capacidade de gestão de tal maneira que seja de fato um braço forte da igreja na área literário-teológica e na fomentação da educação cristã. Por ser uma empresa que não distribui lucros, é possível trabalhar com segurança na margem de sua rentabilidade para que os custos sejam menores e as igrejas com menos recursos desfrutem de melhores condições para a aquisição do seu material. Afinal, a CPAD foi criada para servir a Assembleia de Deus, e não servir-se dela. Uma medida imediata seria valorizar o autor nacional de forma que a editora dependesse menos de obras traduzidas e os nossos valores pudessem ter nela um espaço maior para desenvolver o seu ministério.

Em oitavo lugar, a terceira via entende que a CGADB não pode furtar-se do papel de voz profética no âmbito institucional, como representante das Assembleias de Deus no Brasil. Não basta apenas a presença do presidente em determinados fóruns. É preciso que a ação da entidade vá além disso e faça com que ela se manifeste com clareza em todas as ocasiões que se fizer necessário. Hoje, esse tipo de manifestação soa imperceptível por falta de funcionalidade na estrutura para reagir com rapidez às questões contemporâneas e dar respostas imediatas.

Em nono lugar, na hipótese de a terceira via vir a ser a alternativa acolhida pela maioria dos filiados à CGADB, sua primeira iniciativa deveria ser convocar de imediato uma reunião com os presidentes de convenções estaduais e outros líderes regionais, que seria realizada, no máximo, 30 dias após a Assembleia Geral Ordinária de 2013, com o propósito de se recolherem por cinco dias para: 1) oração e estudo da Palavra, 2) estabelecer de forma colegiada, juntamente com a nova Mesa Diretora, as diretrizes de ação para o quadriênio, e 3) referendar, com a devida vênia da Assembleia, os nomes que comporão conselhos e comissões da CGADB à luz da nova realidade, que deixariam de ser meros cargos honoríficos para se tornarem agentes de fato e de direito da nova CGADB. Essa seria uma maneira de comprometer toda a liderança assembleiana com o novo projeto, que estaria sendo gestado de forma exequível numa atmosfera fraterna, pacífica e espiritual, com prazo de validade: quatro anos.

Em décimo lugar, como já mencionado na apresentação, a Terceira Via na CGADB quer ouvir a todos. O que acabou de ser apresentado são apenas linhas gerais. Sua contribuição muito ajudará a aperfeiçoar as propostas. Sugira e ajude a construir um novo futuro para a nossa CGADB."

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Benefícios da dança.

Benefícios da dança para o corpo e a saúde são destaque no Bem Estar
Fisiologista Isabel Chateaubriand e seis professores estiveram no estúdio.
Consciência corporal e características de cada modalidade foram tema.
Do G1, em São Paulo
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Os prazeres e benefícios da dança foram assunto do Bem Estar desta sexta-feira (20), dia de atividade física no programa. A fisiologista Isabel Chateaubriand, médica que cuida das funções gerais do organismo, e seis professores de dança estiveram no estúdio para falar de consciência corporal e destacar as características e os atributos de modalidades como forró, tango, street dance, gafieira e samba rock.
A repórter Marina Araújo foi até uma escola de São Paulo para conversar com adolescentes que trocaram as aulas de educação física pela dança – e aprovaram. Os estudantes não gostavam de esportes e viram nessa prática uma forma de se exercitar e também de obter uma nota melhor. Equilíbrio, disciplina, coordenação, postura e desenvoltura são alguns dos resultados das classes de dança.
Na Praça do Patriarca, no centro da capital paulista, os apresentadores Mariana Ferrão, Fernando Rocha e equipe gravaram o passo a passo da coreografia da trilha sonora do Bem Estar, sob a coordenação da professora de dança Betina Guelma. Era uma tarde fria, mas logo os participantes se aqueceram com os movimentos. Até um cover do cantor Michael Jackson apareceu e deu um show à parte. Confira o vídeo.
Veja também os bastidores da gravação na Praça do Patriarca e a coreografia feita por Mariana, Fernanda e equipe para os internautas, após o programa.
Segundo a doutora Isabel, a dança é valida como atividade física porque é coordenada, organizada e fortalece os músculos. Também interfere nas áreas de comportamento, improviso e expressão individual e social. Ela destaca que tudo na vida inclui dança, até no nível das células.
No aspecto da saúde, o exercício trabalha a sustentação do corpo, a contração muscular, o controle motor, a respiração, a resistência cardiopulmonar e o lado emocional, o que ajuda a fortalecer o organismo.
Fazer aulas de três a cinco vezes por semana, durante uma hora, melhora o condicionamento físico da mesma forma que fazer academia. O único empecilho é quando alguém tem problemas nas articulações – aí é recomendada orientação médica.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

CREIO

Cremos nas Sagradas Escrituras, a Bíblia completa, inteiramente inspirada por D-us, infalível, de suprema autoridade e de suprema fé e conduta;
Cremos no único D-us - YHVH (ADONAI) o Todo Poderoso que é o Espírito - (II Co 3:17) (Ruach HaKodesh - Espírito Santo), cremos também em seu Filho e Messias Yeshua HaMashiach (Jesus o Messias).
Cremos ser Jesus de Nazaré, Filho Unigênito de D-us, nascido de uma virgem em Belém, Israel, como sendo o Messias de Israel, segundo menciona os escritos do chamado "Novo Testamento", nosso Senhor e Salvador, que veio ao mundo como Ben Yosef, Filho do Homem, único mediador entre o homem e D-us, morreu e ressuscitou, salvando todo aquele que nEle crê e que voltará em breve em Israel como Filho de David, como Rei dos reis, de onde reinará e julgará os homens;
Devido a queda de Adão, criado à imagem e semelhança de D-us, a humanidade tornou-se corrupta e distanciada de D-us. A salvação eterna, dom de D-us, tem sido providenciada ao homem somente pela graça e pela morte vicária de Yeshua, Jesus, O Messias. A fé é o único meio pelo qual o crente se apropria da salvação através da Sua morte. Cremos na unidade e na comunhão da Igreja, como Corpo do Messias, e sua vitória através da santidade, testemunho e fruto do Espírito.

Abraão 1948

O nascimento de Abraão
Abraão é uma figura extraordinária e é o ponto inicial do plano de Deus para trazer ao mundo Jesus Cristo. Jesus, como se sabe, era judeu, e como tal, era descendente de Abraão, o patriarca da nação de Israel. Jesus bem poderia ter nascido na Caldéia ou em qualquer outra nação já estabelecida no mundo antigo, mas aprouve a Deus criar um povo, para que deste povo nascesse o redentor da humanidade.
É preciso considerar que após o dilúvio, a humanidade retomou o mesmo destino que a havia levado à destruição. Os homens prosseguiram pelo mesmo mau caminho de antes praticando toda a sorte de atos ofensivos a Deus e ao seu semelhante. O plano de Deus é separar um homem justo e a partir deste homem criar uma nação da qual nascerá Jesus.
Quando falamos que a humanidade em geral era má naquele tempo, pode parecer que estamos nos referindo a criaturas muito diferentes do homem de hoje, de nós mesmos, mas não, trata-se da mesma matéria prima. É este o destino do homem natural, daí o plano de Deus de trazer Jesus ao mundo para mudar o coração do homem, não simplesmente para que ele se torne bom, mas para viver conforme a vontade do Criador.
Abraão, bem como seus descendentes, os judeus, são semitas, descendentes de Sem, filho de Noé. Para nos dar a data exata do nascimento de Abraão, a Bíblia nos relata um a um seus ancestrais conforme vemos a seguir:
2238 AC – (Anno Mundi 1658) – nascimento de Arfaxade
Em Gn 11:10 lemos que “ Sem era da idade de cem anos e gerou a Arfaxade, dois anos depois do dilúvio”, portanto, nos situamos no Anno Mundi 1658, resultado de (1656 + 2). Arfaxade é o primeiro homem nascido depois do dilúvio.
2203 AC – (Anno Mundi 1693) – nascimento de Selá
Em Gn 11:12 temos que “viveu Arfaxade trinta e cinco anos, e gerou a Selá”, portanto no Anno Mundi 1693, resultado de (1658 + 35).
2173 AC – (Anno Mundi 1723) – nascimento de Eber
“E viveu Selá trinta anos, e gerou a Éber”, conforme Gn 11:14, o que nos situa no Anno Mundi 1723, resultado de (1693 + 30).
2139 AC – (Anno Mundi 1757) – nascimento de Pelegue
“E viveu Éber trinta e quatro anos, e gerou a Pelegue”, conforme Gn 11:16, no Anno Mundi 1757, resultado de (1723 + 34).
2109 AC – (Anno Mundi 1787) – nascimento de Reú
“E viveu Pelegue trinta anos, e gerou a Reú.”, conforme Gn 11:18, no Anno Mundi 1787, resultado de (1757 + 30).
2077 AC – (Anno Mundi 1819) – nascimento de Serugue
“E viveu Reú trinta e dois anos, e gerou a Serugue”, conforme Gn 11:20, no Anno Mundi 1819, resultado de (1787 + 32).
2047 AC – (Anno Mundi 1849) – nascimento de Naor, avô de Abrão
“E viveu Serugue trinta anos, e gerou a Naor”, avô de Abraão, conforme Gn 11:22, no Anno Mundi 1849, resultado de (1819 + 30).
2018 AC – (Anno Mundi 1878) – nascimento de Tera, pai de Abrão
“E viveu Naor vinte e nove anos, e gerou a Tera”, pai de Abraão, conforme Gn 11:24, no Anno Mundi 1878, resultado de (1849 + 29).
1980 AC – (Anno Mundi 1916) – nascimento de Naor e Harã
Gênesis não faz qualquer menção cronológica aos irmãos de Abraão, mas o Livro de Jasher relata de forma precisa não só as datas de nascimento, mas também as mortes de ambos em duas passagens distintas.
Vejamos Jasher 24:27: “E Naor, filho de Tera, irmão de Abrão, morreu naqueles dias, no quadragésimo ano da vida de Isaque, e todos os dias de Naor foram cento e setenta e dois anos, e morreu, e foi enterrado em Harã”.
Quanto a Harã, Jasher 12:16 no diz o seguinte: “E Tera ficou grandemente aterrorizado na presença do rei e disse ao rei: foi Harã, meu filho mais velho, que me aconselhou a isto; e Harã tinha, nos dias do nascimento de Abrão, trinta e dois anos”. Subtraindo-se 32 anos do ano de nascimento de Abraão, temos o Anno Mundi 1.916.
Isaque, como veremos adiante, nasceu em 2.048 A.M. Teria 40 anos em 2.088 A.M. (2048 + 40). Subtraindo-se 172, idade de Naor quando faleceu, de 2.088, data em que Isaque teria 40 anos, temos que Naor nasceu em 1.916 A.M.
Conclui-se, desta forma, que ambos nasceram no mesmo ano, sendo gêmeos.
Para conclusão do cálculo das datas de Naor, Harã e Ló deve-se consultar o cálculo da data de nascimento de Isaque mais adiante.
1949 AC – (Anno Mundi 1947) – nascimento de Ló
Quanto a Ló, Jasher 24:22 diz o seguinte: “E Ló, filho de Harã, também morreu naqueles dias, no trigésimo nono ano da vida de Isaque, e todos os dias que Ló viveu foram cento e quarenta anos e morreu”.
Temos, portanto, que Ló nasceu um ano antes de Abraão, no Anno Mundi 1.947, resultado de (2048 + 39) – 140.
Para fins ilustrativos, colocamos na cronologia as datas referentes a Naor, Harã e Ló, deixando claro que as mesmas não impactam nem estão em desacordo com as datas estabelecidas em Gênesis.
1948 AC – (Anno Mundi 1948) – nascimento de Abrão
Conforme Gn 11:26: “E viveu Tera setenta anos, e gerou a Abrão, a Naor, e a Harã”, , no Anno Mundi 1948, resultado de (1978 + 70). Abrão é a 10ª geração depois de Noé, nascido 292 anos depois do dilúvio e 48 antes dos acontecimentos da Torre de Babel.
Curiosamente tanto a data gregoriana de seu nascimento, quanto o Anno Mundi coincidem em 1948. É o único caso que conseguimos observar em toda cronologia.
Isto implica que temos de Adão até Abraão 1948 anos; De Abrão até o Ano Domini, ano 1 da nossa era, outros 1948 anos; Do ano 1 até o reestabelecimento do Estado de Israel moderno, outros 1948.
Embora Gênesis relate na mesma data o nascimento dos tres irmãos, sabemos que o redator se refere à Abrão, pois é ele, neste ponto da narrativa, o ator principal de Gênesis. Aliás, todo o relato das gerações posteriores ao dilúvio objetiva unicamente datar o nascimento de Abraão.
1938 AC – (Anno Mundi 1958) – nascimento de Sarai
Sarai era 10 anos mais jovem que Abrão, conforme lemos em Gn 17:17: “Então caiu Abraão sobre o seu rosto, e riu-se, e disse no seu coração: A um homem de cem anos há de nascer um filho? E dará à luz Sara da idade de noventa anos?”, portanto, nascida no Anno Mundi 1958.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

LOGO PPCD

AMAZON LIVE FAIR

Pela primeira vez em Manaus, a realização de um grande evento voltado para o segmento de bem estar.
AMAZON LIVE FAIR, reunirá dias 8, 9 e 10 de julho/11, no PLAZA Shopping empresas e profissionais dos diversos ramos voltado ao bem estar físico: fitness, ginastica, dança, artes marciais, pilates, yoga e outros com serviços e produtos.
Palestras e cursos interessantes com profissionais de outros estados do Brasil estão agendados. Vale a pena agendar.
Eu estarei lá com a Passo a Passo Casa de Dança, no stand do projeto Academias & Assemelhados em Manaus, gerido pelo SEBRAE-AM. Ministraremos workshops, interagiremos com o público e promoveremos sorteios de brindes e muitas promoções.
Então tá combinado, nos encontraremos lá.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Um pouco sobre a DANÇA.

Como é gostoso dançar! Pois é, muitas pessoas têm vontade de dançar e não o fazem por afirmar que não sabem dançar. Mas dançar pode proporcionar muitos benefícios para a sua saúde.
Depois de muito tempo fora de moda, já que durante um bom período a moda era dançar sozinha(o) (principalmente na época das discotecas), volta a crescer a procura pelas aulas de dança de salão
No Brasil, a dança de salão foi introduzida em 1914, quando a suíça Louise Poças Leitão, fugindo da I Guerra Mundial, aportou em São Paulo. Ensinando valsa, mazurca e outros ritmos tradicionais para a sociedade paulista, Madame Poças Leitão não imaginava que iria criar uma tradição tão forte, seguida por discípulos que continuariam a divulgar a dança de salão.
Veja abaixo alguns benefícios da dança em geral:

  • Desenvoltura e desinibição ao praticante;
  • Melhora a coordenação motora, ritmo, memória, flexibilidade, equilíbrio, concentração, resistência, força muscular, postura e a consciência corporal;
  • Combate o estresse;
  • Aumenta a auto-estima;
  • Melhora as funções vitais do organismo, como digestão, respiração e circulação;
  • Gera bem estar;
  • Melhora muito o condicionamento cardiorrespiratório;
  • Aumenta a sociabilização;
  • Trabalha o corpo todo, deixando-o saudável e bonito;
  • Alto gasto calórico;
Sabemos que o gasto calórico varia de pessoa para pessoa, dependendo do metabolismo de cada um, do peso corporal, do tempo e intensidade da atividade entre outros fatores, mas em geral uma pessoa de 60 kg pode gastar em média 750 calorias dançando por 1 hora. Na dança de salão, claro que num ritmo mais intenso você poderá gastar mais calorias do que num ritmo mais lento. Tudo depende da intensidade da dança.

Selecionamos para vocês, os ritmos mais ensinados nas escolas de dança.
VALSA - Baseada em compassos ternários, surgiu nas regiões campestres da Alemanha e Áustria, desenvolvendo-se a partir do minueto e do laendler (dança popular austríaca). Atualmente, se faz presente em ocasiões especiais como casamentos e festas de debutantes.
FOXTROTE - Palavra originária do inglês, foxtrote refere-se a uma dança de salão, de par, oriunda dos EUA, em compasso binário e ritmo sincopado, ou em compasso quaternário, com passos vagarosos e corridos, e que pode ter andamento rápido ou lento.
SWINGUE - Tem origem na América do Norte e surgiu do foxtrote, na década de 40. Mais movimentado que seu antecessor, alterou os padrões de dança de salão. Os dançarinos podiam fazer malabarismos, como jogar a parceira para cima.
TANGO - O tango surgiu no Rio da Prata, entre o Uruguai e a Argentina, no final do século XIX e desde então vem sofrendo mudanças sucessivas até chegar ao que conhecemos atualmente, dançado pelo casal abraçado. No tango de salão é o cavalheiro que conduz a dama, que o corresponde em harmonia. O tango de salão não tem movimentos espalhafatosos e seqüências combinadas, ao contrário do tango-show, mais conhecido e apreciado.
SAMBA - O samba é uma dança popular originada de ritmos, danças sociais e religiosas dos negros africanos que se fundiu às danças e cantos sagrados dos indígenas brasileiros e que foi levado para a Bahia pelos escravos enviados para trabalhar nas plantações de açúcar.
SAMBA DE GAFIEIRA - Em meados da década de 1940 e na década de 1950, o samba começa a receber influências rítmicas latina e americana, passa a ser instrumental e começa a ser dançado aos pares nos salões públicos, gafieiras e cabarés do Rio de Janeiro.
PAGODE - É um fenômeno comercial na década de 1990. Com características do choro, tem um andamento de fácil execução para os dançarinos.
SAMBA ROCK - A batida peculiar desse samba foi inventada por Jorge Ben Jor e, a princípio, foi chamada de sacundin sacunden, depois, na época da jovem guarda, virou jovem samba, e, mais tarde, sambalanço. A partir dos anos 70, passou a ser conhecido como suíngue ou samba-rock.
BOLERO - Consta que seu nome deriva da palavra espanhola volero (devolar = voar) ou das bolinhas que eram usadas presas nos vestidos das dançarinas ciganas (boleras), que pareciam voar enquanto dançavam. Quando você ouvir a expressão "dois pra lá, dois pra cá", com certeza estarão falando do bolero, pois essa é a base para se dançar esse ritmo que se desenvolveu, principalmente, em Cuba e outros países da América Central. O bolero é uma dança agradável e elegante com letras sentimentais e por isso permanece até nossos dias.
CHA-CHA-CHÁ - Segundo alguns autores é uma dança derivada da rumba e ligada ao mambo. Seu nome é devido ao som produzido pelos dançarinos nas pistas de dança. Nas músicas há um predomínio de instrumentos de sopro.
FORRÓ - O forró, assim como o samba, tem raízes de influência africana e européia misturadas à nossa cultura indígena e nasceu no Nordeste. O forró foi difundido pelo país na década de 40 por Luiz Gonzaga. Atualmente, quase sessenta anos depois, o forró reaparece com grande sucesso, deixa de ser só uma música de migrantes nordestinos e atinge todo o publico. Os ritmos são xote, baião, xaxado e coco entre outros.
MERENGUE - Tem sua origem na Republica Dominicana e seu nome é derivado do apelido dado aos invasores franceses no século XVII (merengue). Tem ritmo veloz e malicioso. A característica principal do merengue é o quadril que se move horizontalmente de um lado para o outro.
SALSA - O nome salsa se refere ao tempero, a algo picante, o que caracteriza efetivamente o ritmo. A salsa cada vez mais se incorpora às danças tradicionais de salão no Brasil, mas teve seu auge na década de 60.
LAMBADA - Dança adaptada do Carimbó, nasceu em Belém do Pará. É uma das danças mundiais mais modernas, surgida em 1976. Sofreu influência e influenciou vários ritmos como o zouk, a salsa e o merengue, entre outros ritmos caribenhos.
ROCK - Termo originário do inglês rock ('n'roll) é designação de uma dança muito movimentada, de origem norte-americana, que surgiu na década de 50. Do ponto de vista musical, o rock surgiu da fusão da música country, e do rhythm and blues. Inicialmente de música muito simples, era um estilo de forte ritmo dançante, no Brasil adaptou-se os passos do Fox-Trot para dançar o Rock.

Beneficios da Dança de Salão.

Quem está cansada da rotina das academias encontra uma boa alternativa nas aulas de dança de salão. 
É uma excelente atividade física! Você pode queimar 700 calorias em uma hora.
As pessoas que têm o hábito de dançar em salões apresentam uma mudança significativa de comportamento: menos timidez, mais confiança, mais vontade de encontrar os amigos e de sair para as baladas. O equilíbrio emocional, tão importante para emagrecer e manter o peso desejado é mais facilmente alcançado e se torna um fator decisivo para conquistar um corpo mais saudável.
Dançar aumenta a freqüência cardíaca, estimula à circulação do sangue, melhora a capacidade respiratória e queima muitas calorias. A dança de salão é essencialmente uma atividade social e provoca uma sensação de bem-estar psicológico. Permite a troca de experiências, estimula o diálogo e aumenta a motivação.
Homens e mulheres procuram a dança por motivos diferentes. Elas vão em busca de uma atividade prazerosa que possa aliviar as tensões. Eles geralmente vão arrastados pelas esposas e namoradas. Os solteiros freqüentam os cursos de dança para conhecer pessoas ou para perder a timidez.
Existe o preconceito de que dança de salão é "coisa de velho" e de que alguns ritmos, tais como o bolero, é "coisa careta". Ao freqüentar os salões de dança, esse conceito muda rapidamente e todos acabam adorando dançar.
Para aproveitar todos os benefícios dessa atividade e arriscar os primeiros passos, o ideal é freqüentar um curso de dança de salão. Mesmo que no começo pareça difícil sincronizar os passos com os do parceiro, com mais ou menos três meses de aula até os mais desajeitados já "fazem bonito".
A dança de salão está na moda e pode ser uma boa alternativa para queimar muitas calorias. Além disso, é possível conhecer um monte de gente e divertir-se para valer. Experimente, não há contra-indicação.